A circulação de “Verde, Amarelo, Vermelho” ganhou um capítulo singular com sua participação na Mostra Curica, realizada dentro da Terra Indígena Potiguara, na Paraíba. Exibir o filme em uma aldeia indígena não foi apenas uma honra para a produção — foi também um marco cultural profundo, que reafirma a potência do cinema em conectar histórias, sensibilidades e mundos distintos.
A Mostra Curica é um evento dedicado a ampliar o acesso ao audiovisual e fortalecer a troca entre criadores e comunidades tradicionais. Ao receber obras brasileiras e internacionais em um território indígena, o festival reafirma seu papel como espaço de diálogo, formação e celebração da diversidade cultural do país.
A participação do filme no festival representa um momento de grande significado. Foi uma oportunidade de colocar uma narrativa urbana, marcada por temas como infância, resistência e identidade, para dialogar com um contexto cultural e histórico completamente diferente — um encontro que enriquece a jornada do filme e amplia sua leitura social.
Para a Pictogram Films, a passagem simboliza esse compromisso de ampliar caminhos, criar pontes e garantir que diferentes públicos possam se ver — através da arte. Levar o filme a espaços como a Mostra Curica é parte essencial dessa missão, e fortalece a crença da produtora no impacto transformador do audiovisual quando ele chega onde normalmente não chega.
A participação na Mostra Curica integra o circuito de festivais que “Verde, Amarelo, Vermelho” vem percorrendo ao longo de 2025, consolidando uma trajetória marcada por encontros inesperados, diálogos culturais e a força de histórias que atravessam fronteiras.

