Nova York (NY), 2025 — O curta-metragem “Verde, Amarelo, Vermelho” cruzou fronteiras e fez sua estreia internacional no Egyptian American Film Festival (EAFF), evento anual sediado em Nova York que celebra a troca cultural entre Egito e Estados Unidos por meio do cinema. A exibição marca um momento especial na trajetória da Pictogram Films, levando ao cenário internacional uma narrativa profundamente brasileira.
O EAFF é conhecido por promover encontros entre obras que carregam identidades distintas — e foi justamente esse contraste cultural que destacou ainda mais o filme na programação. Em um festival dedicado a abrir diálogos entre mundos diferentes, “Verde, Amarelo, Vermelho” apresentou ao público nova-iorquino uma história urbana de resistência, infância e pertencimento vivida no coração do Brasil.
O contraste entre um festival Egito–EUA e um filme brasileiro, centrado na luta por identidade em grandes metrópoles, criou uma camada simbólica extra à exibição. Em Nova York — cidade que por si só abraça múltiplas narrativas — o curta se inseriu como uma terceira voz cultural, reforçando a universalidade de seus temas.
O diretor Douglas Cavalcante celebrou a estreia internacional como um momento de grande significado para a trajetória do filme:
“Levar ‘Verde, Amarelo, Vermelho’ para Nova York é entender que a dor e o sonho daquele menino conversam com o mundo inteiro. É uma história brasileira, sim — mas antes de tudo, é uma história humana. Ver esse filme atravessar oceanos me lembra que, mesmo em realidades tão diferentes, o desejo por pertencimento é universal.”
O Egyptian American Film Festival é um evento anual que apresenta filmes do mundo todo, promovendo troca cultural, debates artísticos e conexões interculturais. Além das exibições, o festival inclui seminários, encontros e uma cerimônia de premiação voltada a reconhecer produções que ampliam horizontes e fomentam diálogo entre culturas.
Para a Pictogram Films, a participação no EAFF representa não apenas um marco, mas também a abertura de novas rotas para o filme — e para as narrativas sociais brasileiras que a produtora se dedica a desenvolver. A exibição em Nova York reforça o alcance universal da obra e impulsiona sua caminhada por outros festivais ao redor do mundo.

